O que torna a Libertadores da América uma competição tão especial?

O que torna a Libertadores da América uma competição tão especial?

Catorze campeões continentais, oito campeões mundiais, cinco clubes brasileiros: todos eles vencedores. Esse é o convite que a Libertadores da América de 2015 faz ao torcedor.

Você sabe o que torna essa competição tão especial? Descubra no nosso artigo abaixo!

O formato da disputa

Neste ano, o torneio conta com a maior quantidade de campeões desde a sua criação, em 1960. A rivalidade sul-americana e a oportunidade de disputar o título de melhor time de futebol do mundo são alguns dos adicionais que fazem dessa Copa a mais charmosa competição continental do esporte bretão.

Diferente do Campeonato Brasileiro, a Libertadores é um torneio eliminatório, composto de uma fase de grupos e do famoso “mata mata”. Esse formato de disputa premia mais o momento do que a regularidade e faz com que cada jogo seja decisivo, exigindo das equipes um bom futebol e uma boa organização tática.

O mata mata

Nem mesmo a alegria da conquista de um estadual ou de um brasileiro conseguem apagar a tristeza da eliminação no mata mata do campeonato sul-americano. É nessas horas que se enxerga toda a história e toda a tradição carregada pelo torneio, que fazem da Libertadores a competição mais especial do nosso calendário.

A dificuldade dos brasileiros

O caminho é espinhoso para aqueles que desejam conquistar a América. Para os brasileiros, as maiores dificuldades costumam ser a altitude das cidades andinas, os grandes deslocamentos até o México e os caldeirões das torcidas argentinas e uruguaias.

A garra das equipes

Quem assiste a uma partida da Copa Libertadores, logo reconhece que algo importante está em jogo. É a tal garra das equipes e a competitividade das partidas que, às vezes, pecam na técnica, mas sobram na raça!

Forma de seleção dos participantes

A grandeza do torneio continental começa a ser definida pela forma de seleção dos participantes. São convidados apenas campeões nacionais e clubes de desempenho respeitável da temporada anterior.

A tradição dos grandes clubes da América do Sul se traduziu na criação de clássicos internacionais, que só podem ser vistos nos jogos da Libertadores. Acompanhar a história do torneio é ver a história do futebol sul-americano escrita em golaços, em catimbas, em confusões e em viradas históricas.

A rivalidade entre o Brasil e a Argentina

A grande rivalidade entre o Brasil e a Argentina está presente no certame e os hermanos levam uma expressiva vantagem. São 23 títulos de clubes argentinos contra 17 de Brasileiros. No país do futebol, São Paulo, Santos, Internacional, Grêmio, Cruzeiro, Palmeiras, Flamengo, Vasco, Atlético Mineiro e Corinthians formam o seleto grupo de campeões.

O Mundial

Levantar o pesado troféu de Campeão é motivo de orgulho para as equipes e para os seus respectivos países. Ganhar a Libertadores é uma grande glória, mas como os clubes de futebol se alimentam de desafios e de ambições, a América logo se torna pouco e o vencedor vai buscar o mundo ao enfrentar os outros gigantes do planeta.

O Mundial de Clubes da FIFA é um torneio curto, mas que coroa a temporada de um time que já provou toda a sua força ao derrotar os seus rivais do continente. Mesmo com o alto do pódio mundial em jogo, tanto europeus quanto sul-americanos — únicos continentes vencedores do Mundial até hoje — sabem que a maior batalha já foi vencida em suas terras e o orgulho que ela traz só é abrilhantado. O clichê “sangue, suor e lágrimas” é aplicado em larga escala quando esporte é o tema da conversa, mas a expressão parece ter sido feita para traduzir o que está em jogo durante a Libertadores da América.

O seu time está concorrendo à Libertadores da América deste ano? Se não, qual é o seu clube favorito para alcançar a vitória no campeonato? Deixe o seu comentário!

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