Técnico do Macaé prevê Série B

Técnico do Macaé prevê Série B “mais competitiva dos últimos anos”

Depois de pouco mais de 20 dias de treinos, o Macaé, enfim, entrou na semana final de preparação para a estreia na Série B do Campeonato Brasileiro. Cinco dias separam o clube do início da participação inédita na competição nacional. O Santa Cruz é apenas o primeiro de um bocado de adversários para lá de tradicionais que a debutante equipe do Rio de Janeiro terá pela frente no certame – Bahia, Botafogo, Vitória, Criciúma, ABC, Ceará, América-RN, Sampaio Corrêa, Paysandu e cia. ainda o aguardam. O técnico Marcelo Cabo é enfático: está é a Série B mais competitiva dos últimos anos.

Não que isso seja um fator que desanime. Muito pelo contrário. O treinador deseja, na verdade, tirar proveito do equilíbrio da competição para surgir como “intruso” entre os primeiros colocados.

– Eu entendo que essa é a Série B mais competitiva dos últimos anos, pelo fato de termos equipes fortes, tradicionais em seus estados, equipes de nível de Série A, mas que estão disputando a Série B. Bahia, Vitória, Criciúma, Santa Cruz, Botafogo, Náutico, América-MG… Mas, por outro lado, passa a ser muito equilibrada. Quando tem quatro ou cinco equipes fortes, o acesso dessas equipes é bastante facilitado. Mas quando tem oito, 10 equipes fortes, a disputa fica mais equilibrada. E é assim que as equipes menos cotadas aparecem como surpresas dentro da competição – acredita ele.

A disputa do Campeonato Brasileiro sequer é novidade para Marcelo Cabo, tampouco o fato de estar à frente de uma equipe vista com desconfiança no cenário nacional. O treinador fazia parte da comissão técnica do Figueirense na Série A de 2011, temporada em que o clube de Santa Catarina havia acabado de subir para a elite. O treinador quer usar a experiência daquela ocasião para mover o Macaé desta vez.

– O Macaé é visto) como uma grande interrogação. Isso é fato dentro da competição. Fomos campeões da Série C, mas é uma competição completamente diferente. É tudo novo na Série B. Eu tive essa experiência com o Figueirense em 2011, quando veio do acesso. Entramos no Brasileiro também assim, com uma desconfiança muito grande. E ficamos boa parte da competição brigando pela Libertadores. Entendo eu que essa experiência no Figueira em 2011 vai nos servir muito. Porque eu já vivi essa experiência. Eu já sei e conheço o caminho.

Fonte:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *