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Marcelo Oliveira quer melhorar defesa do Atlético-MG para final da Copa do Brasil

A final da Copa do Brasil começa somente no dia 23 de novembro, com a primeira partida contra o Grêmio, em Belo Horizonte. Mas o técnico Marcelo Oliveira aproveitou a parada no Campeonato Brasileiro, com a pausa para a rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, para treinar um setor que vem tirando o sono dos atleticanos: a defesa.

Para se ter uma ideia, no Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG já sofreu 44 gols. O pior entre os primeiros colocados e também entre alguns clubes que não almejam mais nada dentro da competição ou, até mesmo, que lutam contra a queda para a Série B, como Internacional e Figueirense, por exemplo.

O treinador alvinegro, no entanto, não vê problema apenas nos jogadores da defesa e acredita que todo o time tem a missão de defender, iniciando na recomposição e jogadores de ataque.

“Um time que ataca muito, normalmente deixa espaço atrás. Podíamos lembrar que a defesa mudou muito por causa de contusões, mas isso não explica totalmente o número de chutes. No meu conceito, o time deveria ser mais equilibrado, atacar de forma mais equilibrada também. Esse é o desafio, montar um time que possa recompor rápido. Não passa só pela linha de defesa. O time tem que começar a marcar na frente, o atacante passa a ser o primeiro zagueiro”, destacou o treinador.

A grande quantidade de cruzamentos na área atleticana, inclusive, foi um dos problemas diagnosticados pelo técnico Marcelo Oliveira, que acredita na necessidade de trabalhar isso com os jogadores.

“A gente tem tido dificuldades nisso, não só pelos gols sofridos, mas pelas situações criadas pelos adversários, como cruzamentos na área. Para ganhar a Copa do Brasil, vamos ter que melhorar muito nesse sentido”, avaliou.

Para trabalhar tudo isso, entretanto, Marcelo encontra outro problema. O bom time do Galo formado pela diretoria libera vários atletas para as seleções, vários deles titulares. Da defesa, setor que precisa ser trabalhado, dois estão servindo suas equipes: Fábio Santos, no Brasil, e Erazo, no Equador. Os homens de frente, Pratto, na Argentina, Cazares, na seleção do Equador, e Otero, na Venezuela. Situação lamentada pelo treinador.

“Infelizmente, não temos todos os jogadores para treinar intensamente o sistema defensivo. O Erazo está fora, o Carlos César não treinou, o Patric também. Agora não temos o Fábio Santos”, finalizou.

O Galo segue com a rotina de treinamentos. Na próxima quinta-feira, o time entra em campo para buscar sua reabilitação no Campeonato Brasileiro, em duelo contra o Palmeiras, no Independência.

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