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Bahia mira contratação de meia-atacantes para 2017

O Tricolor segue atacando o mercado à procura de reforços para a próxima temporada. Um dos alvos do foi o meia-atacante Osman, que disputou a Série A pelo América-MG.

Osman tem contrato com o Luverdense até o final do ano que vem e estava emprestado ao Coelho. Quem confirmou a sondagem do Tricolor foi o presidente do clube matogrossense, Helmute Lawisch: “Quem entrou em contato comigo foi o vice-presidente do Bahia [Pedro Henriques]”.

“Ele nos ofereceu um projeto pelo Osman, mas não queremos mais saber de projeto algum. Se alguém quiser o Osman, vai ter que pagar por ele”, continuou. Lawisch disse estar frustrado com as tentativas de clubes maiores de tentar levar atletas do Luverdense pagando pouco: “Espero que o Bahia não seja desses”.

O presidente estaria pedindo R$ 1,2 milhão para liberar Osman, o que teria feito o Bahia desistir da negociação. Aos 24 anos, o meia fez 26 partidas pelo Brasileiro do ano passado e marcou dois gols.

Outro que surgiu como possível alvo é o meia Lucas Mugni, do Flamengo. O atleta tem contrato com o Urubu até o início de 2018, mas não tem mais espaço por lá. Na última temporada, acabou emprestado ao Newell’s Old Boys, onde realizou 19 jogos.

Executivo de futebol do Rubro-Negro, Rodrigo Caetano confirmou que o meia argentino está disponível. Ele disse que tem mantido conversas frequentes com o diretor de futebol, Nei Pandolfo, e com o presidente do Bahia, Marcelo Sant’Ana, mas não houve proposta por qualquer jogador até agora. “Nei é muito próximo de mim, estamos conversando sempre, mas ninguém fez proposta pelo Mugni”, garantiu.

O diretor flamenguista confirmou, no entanto, que o Tricolor tem mostrado um interesse na renovação do volante Luiz Antônio, mas que não bateram o martelo ainda. “Até pela preferência do atleta e pelo Bahia ter sido muito correto durante o empréstimo dele, decidimos dar prioridade ao clube, e estamos dentro deste prazo ainda. Espero que a gente chegue logo a um acordo sobre o Luiz”, disse.

Guto fica

De uma coisa o torcedor pôde ter certeza nesta sexta-feira, 16: vai ser difícil tirar o treinador Guto Ferreira do Bahia. O Corinthians, que cogitou contratá-lo depois que demitiu Oswaldo de Oliveira, recuou logo nas conversas inicias com o empresário do comandante do Esquadrão. Um dos principais motivos é que o técnico foi considerado caro. A sua multa rescisória é de pelo menos R$ 1 milhão.

Fonte

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